quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Dia: Sexta-feira
Cor: Branco leitoso.
Simbolo: Opáxoró
Elementos: Atmosfera e Céu
Domínios: Poder procriador masculino, Criação, Vida e Morte
Saudação: Epa Bàbá

OXALÁ é o detentor do poder procriador masculino. Todas as suas representações incluem o branco. É um elemento fundamental dos primórdios, massa de ar e massa de água, a protoforma e a formação de todo o tipo de criaturas no AIYE e no ORUN. Ao incorporar-se, assume duas formas: OXAGUIÃ jovem guerreiro, e OXALUFÃ, velho apoiado num bastão de prata (APAXORÓ). OXALÁ é alheio a toda a violência, disputas, brigas, gosta de ordem, da limpeza, da pureza. A sua cor é o branco e o seu dia é a sexta-feira. Os seus filhos devem vestir branco neste dia. Pertencem a OXALÁ os metais e outras substâncias brancas.
Em África, todos os Orixás relacionados com a criação são designados pelo nome genérico de Orixá Fun Fun. O mais importante entre todos eles chama-se Orixalá (Òrìsanlà), ou seja, o grande Orixá, que nas terras de Igbó e Ifé é cultuado como Obatalá, rei do pano branco. Eram cerca de 154 Orixás Fun Fun, mas no Brasil e na Europa a quantidade reduz-se significativamente, sendo que dois, Orixá Olùfón, rei de Ifón (Oxalufã) e Orixá Ógìyán, o comedor de inhame e rei de Egigbó (Oxaguiã), se tornaram as suas expressões mais conhecidas.
A designação de Orixá Fun Fun deve-se ao facto de a cor branca se configurar como a cor da criação, guardando a essência de todas as demais. O branco representa todas as possibilidades, a base de qualquer criação. O nome Orisanlá foi contraído e deu origem à palavra Oxalá, e com esse nome o grande Deus-pai passou a ser conhecido no Brasil e na Europa. Todos os Orixás Fun Fun foram reunidos em Oxalá e divididos em várias qualidades das suas duas configurações principais: Òsálufón, Osagiyan, sendo este último, jovem e guerreiro, filho do primeiro mais velho e paciente.
Todas as histórias que relatam a criação do mundo passam necessariamente por Oxalá, que foi o primeiro Orixá concebido por Olodumaré e encarregado de criar não só o universo, como todos os seres, todas as coisas que existiriam no mundo.
A maior interdição de Oxalá é de facto o azeite-de-dendê, que jamais deve macular as suas roupas, os seus objectos sagrados e muito menos o seu Alá. A única coisa vermelha que Oxalá permite, é a pena de Ikodidè, prova de sua submissão ao poder genitor feminino.
O Alá representa a própria criação, está intimamente relacionado com a concepção de cada ser; é a síntese do poder criador masculino. A sua função primeira já remete ao seu significado profundo. A acção de cobrir não evoca somente protecção, zelo, denota a actividade masculina no acto sexual.
No Xirê, Oxalá é homenageado por último porque é o grande símbolo da síntese de todas as origens. Ele representa a totalidade, o único Orixá que, como Exú, reside em todos os seres humanos. Todos são seus filhos, todos são irmãos, já que a humanidade vive sob o mesmo teto, o grande Alá que nos cobre e protege, o céu.
 Cigana da praia

Cigana que os olhos brilham as luzes de Pai Oxalá
Cigana que o sorriso transmite a força de Mamãe Iemanjá
Peço que esteja sempre a me conduzir nos caminhos do nosso Divino Oxalá e que a força para enfrentar os obstáculos da vida esteja embasada em sua fortaleza.
Minha linda Cigana da Praia, cuja magia é seu poder, peço que todos que se sintam meus inimigos sejam perdoados assim como você através do Pai me ensinou a perdoá-los…
Que o amor esteja sempre presente em minha vida e nos meus atos…
Que seja a minha executora kármica fazendo com que eu aprenda por mais que seja sofrido a ser uma pessoa melhor…
Cigana linda, linda Cigana… ensina-me a viver dentro da Lei de Deus, da Lei do amor e da fé, pois sem elas não saberei andar na grande trilha que é a vida…
Ventos que sopram do Oriente, Filha da estrela do Mar, minha Cigana, amiga fiel, sincera, leal, mas acima de tudo justa perante as Leis Cósmicas, estou entregue aos seus passos, sendo fiel assim como és comigo…
Assim sendo minha amiga, me envolva com sua luz reluzente de força para assim eu cortar o mal que possa tirar-me do caminho da espiritualidade e que eu permita que esteja sempre ao meu lado me defendendo nas encruzilhadas dessa encarnação…
Que assim seja

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011


O natal não é só uma festa
E uma comemoração do aniversário de Jesus
É importante as festas sim
As luzes sim
Mais o importante é o amor, pois este Rei nasceu para nos ensina o amor

O Natal além dos presentes
O Natal é uma data cristã universal, festejada sob a neve, no hemisfério Norte, que acabou por se tornar a clássica imagem natalina, e quando é pleno verão no Sul. Comemorar o nascimento de Jesus não é nem de longe tão importante quanto aceitar o Salvador, mas é válido por incluir Cristo nas tradições humanas e por lembrar que ele esteve aqui. E, à lembrança de que o Filho de Deus viveu entre nós, segue‑se a de sua missão. O anjo anunciou: “Hoje nasceu o Salvador”. Esta é a lição para a humanidade: não basta saber que Cristo nasceu, é preciso saber também o porquê da sua vinda a este mundo.
O Natal é parte do plano da salvação. Ele marcou, e de forma milagrosa, o começo da vida humana de Cristo, que culminou no sacrifício pelos nossos pecados. Portanto, cabe à Igreja levar a humanidade a enxergar nessa data um significado mais profundo que comida, bebida e presentes. Digo isso porque parece que a Igreja está negligenciando esse ensino, permitindo que a imagem do Homenageado seja ofuscada pelo brilho das bolas coloridas e dos papéis de presente e que a sua mensagem seja abafada pelo tilintar alegre de copos e talheres — sem falar no penetra que cada vez mais chama para si a atenção dos incautos: Papai Noel. Se o Natal é de Cristo, ele deve ser o centro da festa. Portanto, devemos dispensar a ele todas as atenções.
É claro, não se pode espiritualizar demais uma festa natalina. O Natal não é uma ordenança bíblica, como a santa ceia, mas se optamos por comemorá‑lo, que pelo menos nos preocupemos em dar a essa data algum significado. Considerando-se a Pessoa envolvida, isso não será difícil.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

VERDADE OU MENTIRA SOBRE O FIM DO MUNDO EM 11-11-11


 Daqui a alguns dias no calendario gregoriano adotado por quase todo o ocidente, inclusive o Brasil, acontece a data representada com todos os números iguais que só se repete a cada 100 anos: 11/11/11. Aliado à hora 11:11, que carrega um significado místico e de lenda urbana, que discutimos aqui no post Hora 11:11, significado de maldição, perseguição ou benção? em torno das especulações da numerologia e do misticismo representado pela crença no portal 11/11.

Um texto no site Fimdomundo.net.br fala das coincidências da soma das letras da frase "O fim do mundo", das datas dos atentados terroristas em Nova York e Madri, da centúria do profeta Nostradamus, das Torres Gêmeas, tudo relacionado ao número 11. Especulações estas tiradas de uma pergunta sobre coincidências em datas no Yahoo Respostas.


PARA MIM ISSO É MENOSPREZA A INTELIGENCIA DE  DEUS.
OU SEJA O HOMEM QUERENDO ASSUMIR  TOTALMENTE O LUGAR DE DEUS .....
O QUE JÁ MAIS ACONTESERÁ....

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