Antes de amar alguem ame-se primeiro use camisinha,
A AIDES não e um boato é um fato real.
não ao pré conseito !!!!!
sábado, 3 de dezembro de 2011
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
VERDADE OU MENTIRA SOBRE O FIM DO MUNDO EM 11-11-11
Daqui a alguns dias no calendario gregoriano adotado por quase todo o ocidente, inclusive o Brasil, acontece a data representada com todos os números iguais que só se repete a cada 100 anos: 11/11/11. Aliado à hora 11:11, que carrega um significado místico e de lenda urbana, que discutimos aqui no post Hora 11:11, significado de maldição, perseguição ou benção? em torno das especulações da numerologia e do misticismo representado pela crença no portal 11/11.
Um texto no site Fimdomundo.net.br fala das coincidências da soma das letras da frase "O fim do mundo", das datas dos atentados terroristas em Nova York e Madri, da centúria do profeta Nostradamus, das Torres Gêmeas, tudo relacionado ao número 11. Especulações estas tiradas de uma pergunta sobre coincidências em datas no Yahoo Respostas.
PARA MIM ISSO É MENOSPREZA A INTELIGENCIA DE DEUS.
OU SEJA O HOMEM QUERENDO ASSUMIR TOTALMENTE O LUGAR DE DEUS .....
O QUE JÁ MAIS ACONTESERÁ....
.
Daqui a alguns dias no calendario gregoriano adotado por quase todo o ocidente, inclusive o Brasil, acontece a data representada com todos os números iguais que só se repete a cada 100 anos: 11/11/11. Aliado à hora 11:11, que carrega um significado místico e de lenda urbana, que discutimos aqui no post Hora 11:11, significado de maldição, perseguição ou benção? em torno das especulações da numerologia e do misticismo representado pela crença no portal 11/11.
Um texto no site Fimdomundo.net.br fala das coincidências da soma das letras da frase "O fim do mundo", das datas dos atentados terroristas em Nova York e Madri, da centúria do profeta Nostradamus, das Torres Gêmeas, tudo relacionado ao número 11. Especulações estas tiradas de uma pergunta sobre coincidências em datas no Yahoo Respostas.
PARA MIM ISSO É MENOSPREZA A INTELIGENCIA DE DEUS.
OU SEJA O HOMEM QUERENDO ASSUMIR TOTALMENTE O LUGAR DE DEUS .....
O QUE JÁ MAIS ACONTESERÁ....
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sábado, 15 de outubro de 2011
Eremita
Etimologia: Hilarion = Aquele que sorri, vem da língua latina.
Conhecemos sua vida pelos testemunhos de escritores muito antigos, sobretudo por São Jerônimo, na sua Vita Patrum.
Nasceu em Tábata, no ano 291 d.C. perto de Gaza, na Palestina (Oriente Médio), de família pagã, mas RICA. Como possuía muitos bens, foi estudar em Alexandria (Egito), império do saber humano naquela época. Ali, entre a vida branda pagã, o ecleticismo nas doutrinas, o luxo dos palácios, as diatribas no foro e o bulício dos mercados, conheceu os cristãos da comunidade fundada por São Marcos, pátria do grande orador São Atanásio, seu contemporâneo. Recebeu esclarecimento sobre o dom da fé e lá se batizou, sem dúvida ajudado pela influência aí do exemplo dos bons discípulos de Jesus Cristo.
Quando ouviu falar do abade Antonio, busca-o no delta do Nilo, na Arcádia, convive um tempo com ele e se sente chamado por Deus e começa então a imitá-lo, entrando numa vida de oração, cavalgando com a solidão e a penitência por amor a Jesus Cristo. Por isso, em sua volta ao lar paterno (em Tábata), descobre que seus pais haviam morrido e que é dono de uma farta herança, mas nada dificulta o arranque de seu novo projeto de vida.
É a hora de “vender” mas resolve então “ doar” aos pobres buscando assim obter “tesouros no céu”. Pobreza extrema no retiro de Majuma (deserto da Palestina), onde acredita-se que passou vivendo lá, cerca de vinte anos em oração profunda, grande penitência, ajudas, conselhos a quem os pede e serviço amplo aos necessitados até acontecerem os milagres. Sua alimentação muitas vezes se fazia com apenas água e alguns figos, quando sua saúde pede a necessidade de introduzir legumes, pão e azeite.
Tendo desejos de fugir do glamour popular que o rodeia, anseia a solidão e lá na Sicília a encontra, embarcando para esta região ao sul da Itália; porém ali também seus milagres lhe entregam.
Resolve retornar a Alexandria sendo inútil porque o perseguição de Juliano se inicia, por volta do ano 362, quando retorna a vida do monastério de Majuma. Se traslada a Dalmácia onde se encontra com o discípulo Hesiquio. (A Dalmácia é uma região da Croácia na costa leste do Mar Adriático, estendendo-se entre a ilha de Pag a noroeste e a Baía de Kotor a sudeste). Viveu seus últimos cinco anos em Chipre (ilha da Turquia) entre pagãos que por anos não lhe facilitam em nada a existência, porém lhe respeitavam por sua virtude e por curar seu dirigente com um milagre. Sentindo-se morrer, escreve ao discípulo Hesiquio que entregue seus bens e herança: Livro do evangelho, sua túnica, seu capuz e um pequeno manto. Ascendeu aos 80 anos de idade no ano de 371 d.C.
Essa é a herança de quem foi rico e hoje é santo.
Vide mapa da Dalmácia (na Croácia), ilha de Sicília (na Itália) e Chipre (na Turquia):
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
O Vôo da Águia
A águia é a ave que possui a maior longevidade da espécie... Chega a viver 70 anos! mas para chegar a essa idade, aos 40 anos ela tem que tomar uma séria e difícil decisão. Aos 40 anos ela está com as unhas compridas e flexíveis e não consegue mais agarrar as presas das quais se alimenta.
O bico alongado e pontiagudo se curva, apontando contra o peito estão as asas envelhecidas e pesadas em função da grossura das penas...Voar já é precário e muito difícil! então a águia só tem duas alternativas:
Morrer ou enfrentar um dolorido processo de renovação que dura vários dias.
Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e se recolher em um ninho próximo a um paredão onde ela não necessite voar. Então, após encontrar esse lugar, a águia começa a bater com o bico na parede até conseguir arrancá-lo.
Após arrancá-lo, espera nascer um novo bico, com o qual vai arrancar suas unhas depois,quando as novas unhas começam a nascer, ela passa a arrancar as velhas penas, e só após cinco meses sai para o famoso vôo de renovação e para viver então mais 30 anos...
Em nossa vida, muitas vezes, temos de nos resguardar por algum tempo e começar um processo de renovação. Para que continuemos a voar um vôo de vitória, devemos nos desprender de lembranças, costumes e outras tradições que nos causaram dor. Somente livres do peso do passado, poderemos aproveitaro resultado valioso que uma renovação sempre traz.
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
HIEROS GAMOS E MAGIA SEXUAL -
Um pouco do assunto...
Na Antiguidade, entre os estudiosos, sacerdotes e iniciados, o sexo era considerado algo sagrado e uma maneira de se reconectar com o EU divino que habita cada um de nós, como uma das formas mais bonitas de “Religare” e sempre esteve associado a muitas comemorações e rituais de fertilidade.
Antes, quero deixar claro que sempre existiu o sexo “vulgar” ou profano. O sexo sagrado envolve todo um ritual de entrelaçamento das energias entre os chakras fortes masculinos e femininos durante o ato sexual entre dois iniciados. Durante esta relação, o casal canaliza e amplia suas energias através de seus chakras, desde o Muladhara, despertando a Kundalini (serpente sagrada), florescendo por entre os nadis dos amantes até o Sahashara, gerando um fluxo gigantesco das energias telúricas e projetando-as para o universo, ou utilizando estas sobras de energia para a realização de determinados rituais.

Através do sexo sagrado, o corpo da mulher se torna um templo a ser venerado e o enlace entre o sacerdote (que assume o papel de um deus) e a sacerdotisa (que assume o papel de uma deusa) adquire uma conotação ritualística capaz de despertar grandes energias e até fazer com que eles cheguem à iluminação.

Os rituais sexuais existem desde os primórdios da humanidade e estiveram presentes em todas as grandes culturas da humanidade. As primeiras referências a eles, e também a mais famosa, é o Hieros Gamos, ou “Casamento Sagrado”. Este ritual era realizado na Suméria, 5.500 anos atrás. Nele, a alta sacerdotisa assumia o papel do Avatar da grande deusa Inanna e fazia sexo com o rei ou imperador, que assumia o papel do deus Dumuzi, para mostrar sua aceitação pela deusa como governante justo daquela região.

Isto era feito diante da corte, pois naquele tempo não havia tabu para se praticar sexo em público no caso de uma cerimônia religiosa.
O símbolo desta união era um chifre, também chamado de “cornucópia”, do qual brotavam frutas, verduras e toda a fartura dos campos. Era uma associação óbvia entre os rituais sexuais de fertilidade e as colheitas que se originavam das plantações energizadas por tais rituais. O símbolo da cornucópia foi eternizado na Mitologia grega, através dos ritos Dionísios com sua forte presença no Olimpo, e mantém-se até os dias de hoje como símbolo de fartura.

No Egito, existiam primariamente três classes de sacerdotes iniciados: o Culto ao Templo Solar, cujo templo principal ficava em Hélios, baseado nos mistérios de Osíris de sua morte e ressurreição, da conspiração de Seth, da vingança de Hórus e seu triunfo (leia sobre os deuses do EGITO neste blog). Este culto lidava essencialmente com energias MASCULINAS em seus rituais, baseados na força e simbolismo do sol, movimentando os aspectos de Yang (positivos, fortes, racionais, diretos).

Desta ordem surgiam os comandantes dos exércitos do Templo e, posteriormente, os Cavaleiros Templários e a Maçonaria, descendente direta dos templários. Esta é a razão pela qual apenas homens são iniciados na maçonaria. Não se trata de um “clube do bolinha” ou de nenhum preconceito com as mulheres, como muitos detratores alegam, mas, essencialmente, os rituais maçônicos são de energia Yang e a presença de uma mulher no templo em uma loja solar apenas atrapalharia toda a egrégora (existem organizações para-maçônicas como as Fraternidades Femininas e ordens como as Filhas de Jó para mulheres, mas a ritualística é outra, especialmente voltadas para as meninas e mulheres).

Além desta Ordem, existia a Ordem dos Mistérios de Ísis, voltada apenas para mulheres. Estas ordens lidam com a energia lunar, com o Yin, com a intuição, com a sedução, com as emoções sutis que pertencem ao campo do feminino. Da mesma forma, era proibida a presença de homens em uma loja de Ísis.
Ísis recebeu vários nomes em seus cultos: Islene, Ceres, Rhea, Venus, Vesta, Cybele, Niobe, Melissa, Nehalennia no norte; Isi com os hindus, Puzza entre os chineses e Ceridwen entre os antigos bretões.

O terceiro tipo de Ordem eram as Ordens de Ísis e Osíris, ou as ordens mistas. Estas eram ordens espirituais, preocupadas com o estudo das ciências e dos fenômenos naturais. Pode-se dizer que foram as primeiras ordens de cientistas do planeta, estudando ao mesmo tempo fenômenos físicos, mAmenhotep IV) e Moshed (ou Moisés para os íntimos) estabeleceram as bases de praticamente todas as escolas iniciáticas que surgiram, inclusive todos os ramos das Ordens Rosacruzes.
Cada templo era formado por até 13 membros (do sexo masculino/solar, feminino/lunar ou misto, comatemáticos e espirituais. Destas ordens, Grandes iniciados como o faraó Tuthmosis III, Nefertitti, Akhenaton (ou qualquer número de homens e mulheres, dependendo da ordem). Quando havia mais iniciações, estas lojas eram divididas em mais grupos contendo 5, 7 ou 11 estudiosos. Era comum que membros da Ordem do Sol ou da Lua participassem nestas ordens mistas, assim como até hoje é.
Treze pessoas em um grupo era considerado o ideal, pois constituía um círculo completo (veja texto sobre Figuras Ocultas na Última Ceia), cada um dos iniciados representando um dos signos do zodíaco, ao redor do Grande Sacerdote. Como veremos mais para a frente, isto será válido em outras culturas como a celta, romana, bretã e até africana.
Um quarto grupo era formado por sacerdotes especialmente escolhidos do Templo do Sol e do Templo da Lua, para as festividades das Cheias do Nilo, Morte e Ressurreição de Osíris, Início do ano e várias outras celebrações importantes. Estas celebrações eram Hieros Gamos, onde um sumo-sacerdote coordenava (mas não participava) do sexo ritualístico entre 6 casais (totalizando 13 pessoas). Estes casais eram geralmente (mas não obrigatoriamente) casados e assumiam suas posições no círculo formando o hexagrama, com o sacerdote ao centro.
Estes rituais poderiam ser realizados em um Templo ou em alguns casos, dentro de pirâmides, que estavam ajustadas para as freqüências que eles desejavam ampliar para o restante da população (ou do planeta). Mais tarde, o mesmo princípio será usado nos festivais celtas, mas já chegaremos lá.

Em grandes festividades, outros iniciados participavam (fora do círculo principal, que era formado pelos casais mais poderosos), formando um segundo círculo externo ou grupos, dependendo do número de pessoas. Estas sacerdotisas assumiam a representação da deusa Meret, a deusa das danças e das festividades, e os sacerdotes assumiam a representação de Hapi, deus da fecundidade e das cheias do Nilo.
É importante ressaltar que nestes rituais cada sacerdote ficava apenas com a sua parceira. Era comum o uso de máscaras (com cabeças de animais representando os aspectos relacionados ao ritual/deus que estava sendo realizado), o que mais tarde dará origem ao Baile de Máscaras (que secretamente abrigavam Hieros Gamos) e posteriormente ainda os Bailes de Carnaval. Após as festividades, havia dança, celebrações e sexo não-ritualístico/hedonista. Estas sacerdotisas eram chamadas de Meretrizes, nome que mais tarde foi deturpado pela Igreja Católica.
Do lado complementar das Meretrizes estavam as Virgens Vestais, que eram virgens que trabalhavam um tipo diferente de energia e eram consideradas as Protetoras do Fogo Sagrado. Elas existem desde o Egito mas ficaram mesmo conhecidas no período grego e romano.
Antes, quero deixar claro que sempre existiu o sexo “vulgar” ou profano. O sexo sagrado envolve todo um ritual de entrelaçamento das energias entre os chakras fortes masculinos e femininos durante o ato sexual entre dois iniciados. Durante esta relação, o casal canaliza e amplia suas energias através de seus chakras, desde o Muladhara, despertando a Kundalini (serpente sagrada), florescendo por entre os nadis dos amantes até o Sahashara, gerando um fluxo gigantesco das energias telúricas e projetando-as para o universo, ou utilizando estas sobras de energia para a realização de determinados rituais.
Através do sexo sagrado, o corpo da mulher se torna um templo a ser venerado e o enlace entre o sacerdote (que assume o papel de um deus) e a sacerdotisa (que assume o papel de uma deusa) adquire uma conotação ritualística capaz de despertar grandes energias e até fazer com que eles cheguem à iluminação.
Os rituais sexuais existem desde os primórdios da humanidade e estiveram presentes em todas as grandes culturas da humanidade. As primeiras referências a eles, e também a mais famosa, é o Hieros Gamos, ou “Casamento Sagrado”. Este ritual era realizado na Suméria, 5.500 anos atrás. Nele, a alta sacerdotisa assumia o papel do Avatar da grande deusa Inanna e fazia sexo com o rei ou imperador, que assumia o papel do deus Dumuzi, para mostrar sua aceitação pela deusa como governante justo daquela região.
Isto era feito diante da corte, pois naquele tempo não havia tabu para se praticar sexo em público no caso de uma cerimônia religiosa.
O símbolo desta união era um chifre, também chamado de “cornucópia”, do qual brotavam frutas, verduras e toda a fartura dos campos. Era uma associação óbvia entre os rituais sexuais de fertilidade e as colheitas que se originavam das plantações energizadas por tais rituais. O símbolo da cornucópia foi eternizado na Mitologia grega, através dos ritos Dionísios com sua forte presença no Olimpo, e mantém-se até os dias de hoje como símbolo de fartura.
No Egito, existiam primariamente três classes de sacerdotes iniciados: o Culto ao Templo Solar, cujo templo principal ficava em Hélios, baseado nos mistérios de Osíris de sua morte e ressurreição, da conspiração de Seth, da vingança de Hórus e seu triunfo (leia sobre os deuses do EGITO neste blog). Este culto lidava essencialmente com energias MASCULINAS em seus rituais, baseados na força e simbolismo do sol, movimentando os aspectos de Yang (positivos, fortes, racionais, diretos).
Desta ordem surgiam os comandantes dos exércitos do Templo e, posteriormente, os Cavaleiros Templários e a Maçonaria, descendente direta dos templários. Esta é a razão pela qual apenas homens são iniciados na maçonaria. Não se trata de um “clube do bolinha” ou de nenhum preconceito com as mulheres, como muitos detratores alegam, mas, essencialmente, os rituais maçônicos são de energia Yang e a presença de uma mulher no templo em uma loja solar apenas atrapalharia toda a egrégora (existem organizações para-maçônicas como as Fraternidades Femininas e ordens como as Filhas de Jó para mulheres, mas a ritualística é outra, especialmente voltadas para as meninas e mulheres).
Além desta Ordem, existia a Ordem dos Mistérios de Ísis, voltada apenas para mulheres. Estas ordens lidam com a energia lunar, com o Yin, com a intuição, com a sedução, com as emoções sutis que pertencem ao campo do feminino. Da mesma forma, era proibida a presença de homens em uma loja de Ísis.
Ísis recebeu vários nomes em seus cultos: Islene, Ceres, Rhea, Venus, Vesta, Cybele, Niobe, Melissa, Nehalennia no norte; Isi com os hindus, Puzza entre os chineses e Ceridwen entre os antigos bretões.
O terceiro tipo de Ordem eram as Ordens de Ísis e Osíris, ou as ordens mistas. Estas eram ordens espirituais, preocupadas com o estudo das ciências e dos fenômenos naturais. Pode-se dizer que foram as primeiras ordens de cientistas do planeta, estudando ao mesmo tempo fenômenos físicos, mAmenhotep IV) e Moshed (ou Moisés para os íntimos) estabeleceram as bases de praticamente todas as escolas iniciáticas que surgiram, inclusive todos os ramos das Ordens Rosacruzes.
Cada templo era formado por até 13 membros (do sexo masculino/solar, feminino/lunar ou misto, comatemáticos e espirituais. Destas ordens, Grandes iniciados como o faraó Tuthmosis III, Nefertitti, Akhenaton (ou qualquer número de homens e mulheres, dependendo da ordem). Quando havia mais iniciações, estas lojas eram divididas em mais grupos contendo 5, 7 ou 11 estudiosos. Era comum que membros da Ordem do Sol ou da Lua participassem nestas ordens mistas, assim como até hoje é.
Treze pessoas em um grupo era considerado o ideal, pois constituía um círculo completo (veja texto sobre Figuras Ocultas na Última Ceia), cada um dos iniciados representando um dos signos do zodíaco, ao redor do Grande Sacerdote. Como veremos mais para a frente, isto será válido em outras culturas como a celta, romana, bretã e até africana.
Um quarto grupo era formado por sacerdotes especialmente escolhidos do Templo do Sol e do Templo da Lua, para as festividades das Cheias do Nilo, Morte e Ressurreição de Osíris, Início do ano e várias outras celebrações importantes. Estas celebrações eram Hieros Gamos, onde um sumo-sacerdote coordenava (mas não participava) do sexo ritualístico entre 6 casais (totalizando 13 pessoas). Estes casais eram geralmente (mas não obrigatoriamente) casados e assumiam suas posições no círculo formando o hexagrama, com o sacerdote ao centro.
Estes rituais poderiam ser realizados em um Templo ou em alguns casos, dentro de pirâmides, que estavam ajustadas para as freqüências que eles desejavam ampliar para o restante da população (ou do planeta). Mais tarde, o mesmo princípio será usado nos festivais celtas, mas já chegaremos lá.

Em grandes festividades, outros iniciados participavam (fora do círculo principal, que era formado pelos casais mais poderosos), formando um segundo círculo externo ou grupos, dependendo do número de pessoas. Estas sacerdotisas assumiam a representação da deusa Meret, a deusa das danças e das festividades, e os sacerdotes assumiam a representação de Hapi, deus da fecundidade e das cheias do Nilo.
É importante ressaltar que nestes rituais cada sacerdote ficava apenas com a sua parceira. Era comum o uso de máscaras (com cabeças de animais representando os aspectos relacionados ao ritual/deus que estava sendo realizado), o que mais tarde dará origem ao Baile de Máscaras (que secretamente abrigavam Hieros Gamos) e posteriormente ainda os Bailes de Carnaval. Após as festividades, havia dança, celebrações e sexo não-ritualístico/hedonista. Estas sacerdotisas eram chamadas de Meretrizes, nome que mais tarde foi deturpado pela Igreja Católica.
Do lado complementar das Meretrizes estavam as Virgens Vestais, que eram virgens que trabalhavam um tipo diferente de energia e eram consideradas as Protetoras do Fogo Sagrado. Elas existem desde o Egito mas ficaram mesmo conhecidas no período grego e romano.
Nota:
Estudar a magia sexual, ou mais conhecida como magia vermelha, ajuda muito a quebrar muitos tabus pessoais sobre assuntos tão naturais, como a sensualidade e sexualidade!
Leia mais sobre esse assunto tão natural!!!
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